terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Me gustas!!















Lo que me gusta de tu cuerpo es el sexo. Lo que me gusta de tu sexo es la boca. Lo que me gusta de tu boca es la lengua *Lo que me gusta de tu lengua es el cuerpo.* Julio Cortázar


Erotismo de ti, vestir, vestir-se, ser-se vestida, ser-se despida, deitada, assim, aí. Ser toda tua só para ti, e toda nua só para ti, em ti. uma e outra vez. Muitas vezes. Incansável e persistente como só tu sabes ser. Perfeito e doce. As palavras que acompanham os teus gestos envolvem-me o corpo intensamente Tu em mim. Assim. Sempre. Para sempre. Gosto de ti.



"Me gustas tu!!!"

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Morte



Convivemos com ela todos os dias mas nem a vemos.
E por vezes resolve bater-nos à porta
Nesses dias, sentimos-la bem!!!
Doi, arranha, desfaz um pouco mais de nós...

Mostra-nos o quanto somos frageis, embora estejamos convencidos que somos fortes
Mostra-nos que perante tal inevitabilidade devemos tentar aproveitar o tempo que nos resta
Porque desta,ninguém mas mesmo ninguém, escapa...

Somos meros mortais e só se salva a alma. Essa, parte para outra dimensão e segue o seu destino
Por cá,  ficam os que sentem a falta de quem parte. Uns dias choramos, outros rimos .É que perante a vida madrasta , tentamos reagir o melhor possível. Honramos a memória de quem partiu, lembrando os bons momentos e assim ajudamos a alma a encontrar a eternidade

RIP, meu caro amigo
Que a tua viagem seja leve e chegues em paz ao teu destino 
Um dia ( mas não já) havemos de nos voltar a encontrar
Até lá 



terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Em.bir.rar




em·bir·rar Conjugar
(em- + birrar)
verbo intransitivo
1. Teimar com insistência e vigor (em levar a sua avante).
2. Sentir antipatia.
3. Manifestar  vontadeantipatia ou aversãoem geral sem razão muito evidente (ex.: a professora embirra comigo e não percebo a razão). = IMPLICARHOSTILIZAR

"embirrar", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/embirrar [consultado em 02-02-2016].




Ultimamente ando numa de embirrar solenemente com uma pessoa que não conheço e que não me conhece também!! Parece impossível, não é?

Bem, conhecemos-nos do facebook, vagamente julgo eu, porque não somos amigos... A pessoa em questão tem é muitos amigos em comum comigo . A pessoa sabe quem eu sou mas não faz a mínima ideia que eu embirro com ela, espero eu, e ainda bem ....

Agora pergunto-me: Será isto normal?
Devo consultar um médico? E vou dizer-lhe o quê? Que ando a embirrar com alguém? Pois para isso não há remédio , vai ser a resposta

Então que fazer?
Bloquear a pessoa? É uma hipótese

Mas pensando melhor, depois não vou ver o que a pessoa comenta nos posts dos meus amigos e não posso continuar a implicar.... Ou será que vou ver mas sai a preto? Eheheh

Duvidas , dúvidas......
Interrogo-me porque é que embirro especificamente com essa pessoa e não com outra dentro do mesmo género. É que há lá tantas...  
Não consigo chegar a uma conclusão válida. Apenas deu-me para ali. Para embirrar especificamente com essa pessoa

Pronto , vou bloquear

A pessoa não deve merecer a minha embirração , digo eu
E conhecendo-me como me conheço, um destes dias sai bujarda e depois não há nada a fazer

Quem me deu este feitio de m.... podia fazer o favor de me tornar um pouco mais pacifica? Isso é que era.....








quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Voltar atrás? Sim




Nunca fui pessoa de voltar atrás nas minhas decisões. Mesmo nas que envolvem sentimentos e afectos, tento manter-me firme, ainda que , por vezes, me doa.

Eu era assim

Mas nunca digas nunca, lá dizia o outro.
E melhor ainda: não há nada como não ter para sentir a falta , não é? Pois claro. Clarissimo como água!!!

Assim, quando a saudade começou a bater, tentei não ligar e distrair-me com outros assuntos. O coração mantinha-se apertadinho e os nervos à flor da pele. A pagina de facebook era inspeccionada todos os dias para ver ser já havia concorrência, dei por mim a arranjar desculpas para lhe telefonar, mandar mensagens, etc, etc,  Isto é um bocado irreal se tiver em conta que umas semanas antes arranjava desculpas para não o ver.

Achei que o que havia, tinha acabado

Não podia estar mais enganada. O que eu sentia era o peso da rotina e o da responsabilidade e não falta de amor.  Estava fartinha. Mas bastou terminar, para passados uns dias me ver confrontada com a saudade.... Oh bicho incompreensível!!!

Pé ante pé, lá me fui insinuando e ele aprovou :)

E hoje eu sou feliz outra vez e sei que ele também!!!

Pode até ser piroso!! Assim é o amor. Uma piroseira que não se aguenta mas que nos faz feliz!!!








Sex on wheels




Chamem-me esquisita mas nunca gostei de fazer sexo no carro

Passo a explicar:

Quando era miúda, ninguém tinha carro, portanto , sexo no carro era impossível!

Mais tarde, já toda a gente tinha carro mas eu lá fui conseguindo, com mais ou menos conversa, evitar que a coisa se desse dentro da viatura. Sempre olhei para a situação com uma certa desconfiança e portanto não facilitava. É que não interessa se a viatura é grande ou pequena. Toda cheia de mariquices ou algo simples e pratico. O principal é que não dá jeito nenhum. Ponto. Se a tesão for incontrolável, mais vale sair do carro e usar o capot como apoio !!!

Uma ressalva para aquelas banheiras americanas, que nessas até deve dar para fazer sexo a 4 ou 5 !!!

Mas estamos em Portugal e continuo a afirmar que dentro do carro não dá jeito, nem no banco da frente, nem no banco de trás, mesmo sem cadeiras de bébé, nem nada. Vejamos: se for à frente, e eu me sentar em cima, não só fico rapidamente aflita das pernas por causa da posição, como vou batendo com a cabeça no tejadilho!!! Se for atrás e já der para deitar minimamente, falta sempre espaço ou para uma perna ou para as costas. Depois é praticamente impossível não sujar os estofos.....

Para além de tudo isto, eu também serei um bocado azarada. Das vezes que tentei no carro, o resultado foi o seguinte:
Uma vez, no calor da paixão, e porque já não tínhamos espaço, saímos e a porta do carro fechou-se! Resultado: ficamos meio nus , ao relento, e era quase de manhã. Solução : partir um vidro :( , vestir e ir para casa acabar o que tivemos que deixar a meio...
Outra vez, a coisa estava tão animada que o moço bateu com a cabeça no parabrisas e ... partiu-o. Nada agradável. Felizmente não houve danos físicos mas foi um  problema  convencer a companhia de seguros que tinha encontrado o carro assim!

Conclusão:

Por muita tesão que haja, no carro, nem pensar!!!









Já se o veiculo tiver apenas 2 rodas, a coisa já muda de figura. Num local sossegado pode ser maravilhoso. Claro que há que ter cuidado com a moral publica e não ser apanhado pela policia! Fora isso , há inúmeras posições possíveis e quase todas muito boas. Fazer amor sob a luz das estrelas é uma experiência única :) Recomendo !!!










segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Done





E pronto
Já foi......






Espero que sem grandes mágoas
mas teve mesmo que ser




quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Casual Sex? Sim ou não?


Casual sex can be very good but you can never anticipate the heart damages.... It's a big risk, yes


Jacques Biederer vintage erotica sex


Sexo casual pode ser divertido, excitante e uma excelente experiência de "no strings attached" mas tem custos. É certo que não provocará grandes danos, mas tem sempre alguns custos associados

Há uns tempos conheci uma pessoa com quem simpatizei bastante e por quem também senti aquela química. Encontramos-nos várias vezes. Cafés, jantares, saídas à noite por Lisboa, etc. Uma grande amizade estava a construir-se. Para além dessa amizade, a química entre nós persistia. Tínhamos que fazer algo acerca disso. Depois de muita conversa, lá chegamos à conclusão que podíamos perfeitamente ter uma amizade colorida. Mas só isso. Ficou bem claro que iria ser uma coisa assim sem compromisso e garantidamente nunca viria a transformar-se numa "relação".

Após essa "conversa", combinamos uma saída, como habitualmente, mas desta vez sabíamos que ia ser um pouco diferente, embora não o tenhamos admitido verbalmente!! Claro que foi fantástico e que terminou em vale de lençóis nessa mesma noite. Foi tudo muito poderoso, muito erótico e aquela coisa de saber que não ia haver "o dia seguinte" levou-nos a uma libertação completa e total. Em resumo: foi fabuloso!

No final, combinamos que íamos  pensar no que tinha acontecido e ver como nos sentíamos em relação um ao outro e ao que tinha acontecido. Suponho que nenhum de nós estava à espera que a coisa corresse tãaao bem!!!


O certo é que o nosso encontro tinha sido tão fantástico, tão gratificante e tão bom, que acabámos por acordar em manter a amizade colorida. Mas os encontros iam-se sucedendo cada vez com menor intervalo de tempo. Criou-se quase uma espécie de urgência em nos aninharmos nos braços um do outro. Já pouco falávamos de nós, ou do que estávamos a fazer. Quando nos encontrávamos era para o que era e pronto. Nenhum de nós estava interessado em ser apresentado aos pais e etc. 

Esta amizade colorida foi muito importante para mim porque eu ainda estava um bocado ligada ao meu ex e não me sentia em condições de amar mais ninguém. Ele também ainda sofria um pouco a perda da namorada. Assim, ambos nos "consolámos" sem restrições, sem 2ªs intenções. Parecia-me quase perfeito !!!


Bem... no fundo, no fundo, acho que sabíamos que o que andávamos a fazer iria ter consequenciais futuras mas não se pensava muito no assunto. 


Helás, lá chegou a altura em que achei que tínhamos que parar com aquilo. Voltarmos apenas e só à nossa amizade. Ponto. Andava a interessar-me por uma pessoa e não queria estar a "enganar" o meu amigo. Disse-lhe exactamente isto e a reacção não foi a melhor. Não porque me amasse ou quisesse ter um relacionamento comigo, mas porque já se tinha habituado a mim e sentia-se muito confortável assim. 


Eis o custo da nossa amizade colorida. Custo esse que nenhum de nós soube avaliar quando acordamos o colorido mas que agora era evidente que estávamos ambos a pagar.

Foi doloroso para ele e foi doloroso para mim. Também lhe senti a falta e de que maneira...

Agora, à distancia, sei o quanto ele me fez bem e que foi reciproco. No entanto, não deixei de causar infelicidade a uma pessoa a quem quero muito bem e eu própria também sofri com uma situação que não soube controlar.

Depois lembrei-me que não conseguimos "mandar" no que sentimos ou não sentimos. É uma coisa que acontece...

Daí o risco de um envolvimento sem se querer realmente envolver.... (Passe a redundância).

No final, ambos perdem. 

No final, os custos , maiores ou menores, pagam-se.