quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Sex on wheels




Chamem-me esquisita mas nunca gostei de fazer sexo no carro

Passo a explicar:

Quando era miúda, ninguém tinha carro, portanto , sexo no carro era impossível!

Mais tarde, já toda a gente tinha carro mas eu lá fui conseguindo, com mais ou menos conversa, evitar que a coisa se desse dentro da viatura. Sempre olhei para a situação com uma certa desconfiança e portanto não facilitava. É que não interessa se a viatura é grande ou pequena. Toda cheia de mariquices ou algo simples e pratico. O principal é que não dá jeito nenhum. Ponto. Se a tesão for incontrolável, mais vale sair do carro e usar o capot como apoio !!!

Uma ressalva para aquelas banheiras americanas, que nessas até deve dar para fazer sexo a 4 ou 5 !!!

Mas estamos em Portugal e continuo a afirmar que dentro do carro não dá jeito, nem no banco da frente, nem no banco de trás, mesmo sem cadeiras de bébé, nem nada. Vejamos: se for à frente, e eu me sentar em cima, não só fico rapidamente aflita das pernas por causa da posição, como vou batendo com a cabeça no tejadilho!!! Se for atrás e já der para deitar minimamente, falta sempre espaço ou para uma perna ou para as costas. Depois é praticamente impossível não sujar os estofos.....

Para além de tudo isto, eu também serei um bocado azarada. Das vezes que tentei no carro, o resultado foi o seguinte:
Uma vez, no calor da paixão, e porque já não tínhamos espaço, saímos e a porta do carro fechou-se! Resultado: ficamos meio nus , ao relento, e era quase de manhã. Solução : partir um vidro :( , vestir e ir para casa acabar o que tivemos que deixar a meio...
Outra vez, a coisa estava tão animada que o moço bateu com a cabeça no parabrisas e ... partiu-o. Nada agradável. Felizmente não houve danos físicos mas foi um  problema  convencer a companhia de seguros que tinha encontrado o carro assim!

Conclusão:

Por muita tesão que haja, no carro, nem pensar!!!









Já se o veiculo tiver apenas 2 rodas, a coisa já muda de figura. Num local sossegado pode ser maravilhoso. Claro que há que ter cuidado com a moral publica e não ser apanhado pela policia! Fora isso , há inúmeras posições possíveis e quase todas muito boas. Fazer amor sob a luz das estrelas é uma experiência única :) Recomendo !!!










segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Done





E pronto
Já foi......






Espero que sem grandes mágoas
mas teve mesmo que ser




quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Casual Sex? Sim ou não?


Casual sex can be very good but you can never anticipate the heart damages.... It's a big risk, yes


Jacques Biederer vintage erotica sex


Sexo casual pode ser divertido, excitante e uma excelente experiência de "no strings attached" mas tem custos. É certo que não provocará grandes danos, mas tem sempre alguns custos associados

Há uns tempos conheci uma pessoa com quem simpatizei bastante e por quem também senti aquela química. Encontramos-nos várias vezes. Cafés, jantares, saídas à noite por Lisboa, etc. Uma grande amizade estava a construir-se. Para além dessa amizade, a química entre nós persistia. Tínhamos que fazer algo acerca disso. Depois de muita conversa, lá chegamos à conclusão que podíamos perfeitamente ter uma amizade colorida. Mas só isso. Ficou bem claro que iria ser uma coisa assim sem compromisso e garantidamente nunca viria a transformar-se numa "relação".

Após essa "conversa", combinamos uma saída, como habitualmente, mas desta vez sabíamos que ia ser um pouco diferente, embora não o tenhamos admitido verbalmente!! Claro que foi fantástico e que terminou em vale de lençóis nessa mesma noite. Foi tudo muito poderoso, muito erótico e aquela coisa de saber que não ia haver "o dia seguinte" levou-nos a uma libertação completa e total. Em resumo: foi fabuloso!

No final, combinamos que íamos  pensar no que tinha acontecido e ver como nos sentíamos em relação um ao outro e ao que tinha acontecido. Suponho que nenhum de nós estava à espera que a coisa corresse tãaao bem!!!


O certo é que o nosso encontro tinha sido tão fantástico, tão gratificante e tão bom, que acabámos por acordar em manter a amizade colorida. Mas os encontros iam-se sucedendo cada vez com menor intervalo de tempo. Criou-se quase uma espécie de urgência em nos aninharmos nos braços um do outro. Já pouco falávamos de nós, ou do que estávamos a fazer. Quando nos encontrávamos era para o que era e pronto. Nenhum de nós estava interessado em ser apresentado aos pais e etc. 

Esta amizade colorida foi muito importante para mim porque eu ainda estava um bocado ligada ao meu ex e não me sentia em condições de amar mais ninguém. Ele também ainda sofria um pouco a perda da namorada. Assim, ambos nos "consolámos" sem restrições, sem 2ªs intenções. Parecia-me quase perfeito !!!


Bem... no fundo, no fundo, acho que sabíamos que o que andávamos a fazer iria ter consequenciais futuras mas não se pensava muito no assunto. 


Helás, lá chegou a altura em que achei que tínhamos que parar com aquilo. Voltarmos apenas e só à nossa amizade. Ponto. Andava a interessar-me por uma pessoa e não queria estar a "enganar" o meu amigo. Disse-lhe exactamente isto e a reacção não foi a melhor. Não porque me amasse ou quisesse ter um relacionamento comigo, mas porque já se tinha habituado a mim e sentia-se muito confortável assim. 


Eis o custo da nossa amizade colorida. Custo esse que nenhum de nós soube avaliar quando acordamos o colorido mas que agora era evidente que estávamos ambos a pagar.

Foi doloroso para ele e foi doloroso para mim. Também lhe senti a falta e de que maneira...

Agora, à distancia, sei o quanto ele me fez bem e que foi reciproco. No entanto, não deixei de causar infelicidade a uma pessoa a quem quero muito bem e eu própria também sofri com uma situação que não soube controlar.

Depois lembrei-me que não conseguimos "mandar" no que sentimos ou não sentimos. É uma coisa que acontece...

Daí o risco de um envolvimento sem se querer realmente envolver.... (Passe a redundância).

No final, ambos perdem. 

No final, os custos , maiores ou menores, pagam-se.





quarta-feira, 22 de julho de 2015

Something else about me


DA PACIÊNCIA




Nunca fui muito paciente......  :)

Aliás, até acho que sou algo impaciente quando quero muito uma coisa. Tal como uma criança que espera "eternidades" que os pais se despachem para ir para a praia, por exemplo. 

Impaciento-me enquanto espero. Faço cenários bons e faço cenários maus.
Faço cenários impossíveis e resguardo-me no reino da fantasia, onde tudo é possível.

Não paro , nem descanso enquanto não consigo o que quero. 
Se demorar muito, já nem vale a pena
Se me desiludir, também não
Outras vezes, a meio do percurso, perco o interesse e assim já nem é precisa a tal paciência.

Em contrapartida, adoro jogos de paciência....

De facto,  somos feitos de contradições 

Haja paciência !!!!!



terça-feira, 21 de julho de 2015

Something about me



Sim , só faço o que quero e o que me apetece


E quando as coisas não me correm de feição..... faço BIRRA!!!

Pois, sou mimada
(smile)






sexta-feira, 10 de julho de 2015

Da vingança





"A melhor vingança é o esquecimento, pois é o sepultamento do desprezível na poeira da sua própria insignificância "

(Baltasar Gracián)



Nunca fui pessoa de vinganças. Dão demasiado trabalho e eu sou um bocado preguiçosa. Depois, se formos a ver acaba por ser contraproducente. Enquanto se anda entretido a pensar numa forma de vingança , não se deixa de pensar no objecto da nossa ira. Ora, isso é uma forma de amor.... Mau amor, é certo , mas amor na mesma.

Posso a ficar a moer uma cena que não me agradou, durante algum tempo. Depois passa-me e nem me lembro que essas pessoas existem. A não ser quando essas pessoas resolvem aderir a uma espécie de nova moda que se chama abrir perfis falsos... e vêm bater-me à porta a querer saber mais do que eu quero dizer... Oh mas que falta de paciência!!! E quem me explica qual é o interesse de andar a pedir amizade a um monte de gente a fingir que é uma mulher toda boa quando afinal é um ganda porco? Por exemplo. Pior. Depois há malta que acaba por topar e lá vem o inevitável lavar de roupa suja toda escarrapachada nos murais....   mais uma grande perda de tempo.... e uma vergonha desnecessária

No outro dia encontrei esta frase do Baltazar Gracián que simplesmente não posso deixar de postar aqui

Agora cada vez que tiver um stalker no meu encalço, atiro-lhe com esta frase. É garantido. Desistem logo :) Porque das duas uma: Ou lhes serve a carapuça ou porque acham que sou louca. 
Qualquer uma das duas , serve perfeitamente