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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Clothespin




Meia hora de espera. Já devia estar habituada, mas, na realidade, não estou. Noutra situação ter-me-ia ido embora passados 15m, mas não vou ... O desejo vence-me e espero pacientemente, enquanto vou sendo “marcada” por vários homens que se vão aproximando do bar. A situação já está a ficar constrangedora quando finalmente Ele chega. Como por magia, todos os outros se afastam. Deixo de os ver. Só tenho olhos para um. Para ele. Dá-lhe um prazer perverso deixar-me assim neste tipo de situações porque me pergunta logo quantos já tentaram meter-se comigo. Observa que se soubessem que estou sem cuecas então é que era lindo. Há uma pessoa perto de nós que tenho a certeza que ouviu. Fico envergonhada mas também sinto um orgulho difícil de descrever. No bar há música ao vivo e vamos bebendo umas imperiais. De vez em quando, passa-me a mão por entre as pernas... e aprecia a pele macia e o meu estado de excitação . A minha ansiedade cresce, só quero sair dali, mas espero pacientemente que ele decida quando.
Passou-se talvez uma hora quando me diz que está na hora de irmos tratar de outros assuntos. O meu coração dispara, tremo de antecipação
Saímos do bar atulhado de gente. Ele como sempre ele vai á minha frente. O fresco da noite sobe-me pelo vestido e sinto-me melhor. Caminhamos calmamente de braço dado até casa. Ele vai falando dos livros que leu, do que tem andado a fazer, etc. Eu, como sempre, tento manter-me concentrada no que diz, mas já só penso no que me espera... Sofro por antecipação, a excitação de saber que vou sentir o seu toque.
Finalmente chegamos a casa. Pareço mesmo uma cadela no cio. Só me apetece agarra-lo, beijá-lo, pedir-lhe que me use, que me ame, que se sirva de mim! Ardo pelo chicote!
Beijamo-nos longamente. As suas mãos percorrem o meu corpo em movimentos lentos e provocadores. Manda-me despir o vestido. Fico calçada, com meias e o corpete novo que mal me deixa respirar. Ele elogia o corpete, diz que me fica surpreendentemente bem. Coro de orgulho. Adoro quando ele me elogia. Vira-me de costas, ata-me as mãos atrás das costas e diz-me para esperar.