sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

A Coleira




Ele adorava aquela coleira!

Ela ficava linda quando a usava. Habitualmente mandava-a despir-se, com excepção dos sapatos, depois levantava-lhe os cabelos loiros e sedosos e prendia a coleira (justinha, para que ela a sentir). Deixava-a estar assim quietinha e um pouco envergonhada, durante uns bons minutos. O efeito que aquela mulher produzia nele, era avassalador. Para não lhe dar muita confiança, ele mantinha-se vestido.
Mais outro ritual: ela vai buscar a trela. Ia variando a forma como a mandava faze-lo. Tanto podia ir a pé, como de joelhos. O que não variava é que ela deveria sempre trazer-lha na boca e esperar que ele se dispusesse a pegar-lhe. Aquele momento era o indicador da entrega absoluta dela e ele não conseguia desviar os olhos gulosos da sua amada “presa”.
Com jeito, prendeu a trela à coleira. Agora sim. Ela estava perfeita para ele… Para ele fazer dela o que quisesse. Já não havia hipótese dela fugir…

“Pronta?” pergunta mas quase em tom de afirmação. Ela limita-se a acenar com a cabeça, olhos baixos mas com um sorriso discreto. Quem observasse a cena de fora, ia achar que a mulher estava a ser maltratada, mas na realidade, ela tremia de excitação e já começava a sentir uma certa humidade entre as pernas. Aquele homem forte e poderoso era tudo o que ela mais desejava.

“Vamos passear, cadela” e dito isto, deu um puxão à trela e levou-a a passear por todas as divisões da casa, enquanto lhe ia dizendo o que talvez, mas só talvez, lhe ia fazer. Primeiro ela estava de pé, mas rapidamente ele a mandou ajoelhar-se e continuar a acompanha-lo. Sabia bem que lhe doía andar de joelhos, mas isso fazia parte do jogo. Neste dia, e pela primeira vez, abriu a porta de casa e deram uma volta pelo jardim. E se aparecesse alguém? Talvez por já ser tarde, não viram vivalma. Mas ele, com os sentidos treinados para estar sempre alerta, viu algumas cortinas a moverem-se na casa de uns vizinhos. Rui-se e imaginou o que aqueles totós suburbanos dariam para estar no lugar dele. Sim porque a maioria era uma cambada de paus mandados das respectivas.

A sua “princesa” como ele gostava de a tratar, estava com medo de ser vista, estava também com frio e com vergonha, mas não se atrevia a reclamar ou seria pior para ela. Durante o longo passeio, ela apenas desejava que ele a deixasse levantar e a levasse para dentro de casa. Ainda teve que esperar mais um pouco… Ele sentou-se numa das espreguiçadeiras do jardim e mandou-a beija-lo. Foi um beijo longo e molhado que lhes inflamou ainda mais o desejo.

“Chega de passeio, vamos lá tratar de ti”. Puxou-lhe a trela para cima e ela rapidamente ficou de pé. Com a trela bem curta levou-a para dentro de casa. Assim que entraram e a porta da rua se fechou, ele , num gesto rápido, encostou-a à parede e acariciou-a como se fosse a primeira vez que a via. Ele estava proibida de se mexer. Era uma tortura. O que ela queria mesmo era agarrar-se a ele, aninhar-se no colo dele… Tinha frio e  estava tão excitada. Tinha adorado aquele passeio, embora algo doloroso para os joelhos… As caricias continuaram com algumas maldades pelo meio. Os bicos do peito estavam duros e empinados do frio e da excitação, ele beijou-os, mordeu e puxou-os sem dó, durante o que a ela pareceu uma eternidade. O seu sexo parecia gritar por atenção, mas teria que esperar.
Sempre com a trela em tensão, a mão dele desceu até ao sexo. Ela estava a escorrer. Ele riu-se “És mesmo uma cadela desenvergonhada!! Olha para isto!” Ele tocava-lhe divinalmente, era sempre muito meigo quando começava a mexer-lhe no sexo. Ela ainda não tinha percebido se ele não a queria magoar ou se era também parte do tease que ele tanto gostava de fazer. As pernas começavam a fraquejar e o orgasmo dela estava cada vez mais próximo. Os dedos dele eram mágicos. Ora apertavam o clitóris, ora enterrava 2 dedos dentro dela, bem fundo para retirar muito devagar. Perante todo este estimulo, ela estava a ficar com sérias dificuldades em aguentar o orgasmo que se preparava para explodir . “Posso vir-me?” pergunta . “Deves estar a brincar” foi a resposta. A estimulação aumentou. A trela continuava em tensão e puxava-lhe o pescoço, a mão dele não parava de a torturar. Ela não aguentou e, sem querer, teve um poderoso orgasmo que deixou a mão dele toda molhada e até uma pequena poça no chão. Ele parou imediatamente. Abraçou-a, largou a trela e pegou-lhe ao colo. Enquanto a levava para o quarto, lá lhe foi dizendo que a ia fazer gritar pela desobediência.

Com jeito, pousou-a em cima da cama e sentou-se ao lado dela. Voltou a agarrar a trela e puxou-a para cima dele, de modo a que ela ficasse de barriga para baixo, em cima das pernas dele. O rabo dela era ainda mais branco do que o resto do corpo, fruto da nunca apanhar sol. Em breve mudará de cor, pensou ele com um sorriso. A vontade de a tomar nos braços e de a amar era enorme, mas ele queria prolongar a brincadeira. Adorava brincar com ela. Ela respondia aos estímulos de uma forma única.
Retirou a trela mas manteve a mão na coleira. Com a outra mão começou a acariciar-lhe as nádegas, como que a medir os sítios onde pretendia acertar. A primeira palmada fez eco pela casa e arrancou um grito à sua princesa. Foi mais a surpresa do que a dor, desta vez. Depois começou o verdadeiro castigo. Veio a 2ª, 3ª, 4ª palmadas e a pele branquinha já estava a ficar num lindo tom de rosa. Ela retesava-se de dor cada vez que ele acertava, mas agradecia cada palmada. Ele contou 30 e parou. Puxou a coleira e olhou para ela. Os olhos estavam cheios de lágrimas, mas na boca estava “aquele” sorriso que o desarmava.
Pronto! Precisava de a foder! E fode-la bem! Faze-la sentir quem é que mandava. Faze-la sentir e gozar todo o prazer que ele tinha para lhe dar!!



O meu rabo já deve ter passado para roxo. Arde-me mesmo…. Mas o meu desejo. Eu sei que não sou masoquista, mas aquelas palmadas, o passeio, a coleira e a trela, aquela voz quente… puseram-me em ponto de ebulição. Preciso dele dentro de mim, oh como preciso. Grito quando levo a ultima palmada. Ele guarda sempre a pior para o fim. Depois beija-me as nádegas com meiguice. O meu corpo já não me pertence. Pertence-lhe a ele. É apenas um objecto para ele brincar, usar e abusar à vontade. A minha mente flutua num limbo sem fim.
Manda-me despi-lo. Quando lhe tiro as calças, vejo que está tão excitado como eu. Quase naturalmente, tento beijar-lhe o sexo. Sou afastada. “Hoje apetece-me foder-te. Foder-te até não aguentares mais. E vou foder-te o cu, por isso prepara-te.”
Eu tenho pavor de sexo anal, mas desejo-o. Sei que dá  prazer ao homem que adoro e como confio nele, sei que não me vai magoar (muito).
“Queres que te foda? cadela. Queres que te enterre todo até ao fundo?” Grito que sim, que quero tudo, que o quero mais que tudo.
Deita-se em cima de mim e as minhas pernas abrem-se (automaticamente?). Entra dentro de mim de um só golpe. Está quente, a ferver mesmo. Adoro o cheiro dele, adoro quando ele me preenche assim. Forte, poderoso e seguro do que lhe pertence. Peço-lhe que não pare, que me foda com força. Ele não se faz rogado. Outro orgasmo prepara-se. Vou molhar a cama. E ele continua, ritmado. Uma força da natureza. Queria tanto esperar por ele mas não consigo. Tenho outro orgasmo poderoso que o deixa triunfante. “Gostas mesmo disto, minha linda princesa, mas ainda não acabamos”
Vira-me de quatro na cama e agarra a coleira por trás. Baixa-se e põe a boca entre as minhas nádegas. Lambe-me assim, sôfrego do meu sabor. Quer tudo e sabe bem como obter o que quer.
Levo mais uma palmada, quando afasta a boca das minhas nádegas. Num instante, volta a entrar dentro de mim. Golpes rápidos e fortes como eu gosto. Gemo de prazer. Ele puxa-me mais a coleira e o meu corpo forma um arco. Empino o rabo para que ele me penetre como eu gosto. Quero mais, quero que me abra assim para ele. É tão bom…… Sinto-o duro, muito duro. Está prestes a gozar. Mete 2 dedos dentro da minha boca com a recomendação de os deixar bem molhados. Depois enfia um dedo no meu cuzinho apertado. Tento esquivar-me porque doi, mas ele tem-me bem presa. Acabo por relaxar um pouco. Ele, claro, aproveita e enfia mais um dedo. “Está a doer” vou-me queixando. Mas vou ter outro orgasmo? Não pode ser… . Mas a dor no rabo e o prazer de o ter dentro de mim,  está a enlouquecer-me. Ele mexe os dedos para me torturar ainda mais e continua num ritmo implacável de vai e vem dentro de mim. A imagem que lhe devo estar a proporcionar deve ser algo divinal. Ver-me assim completamente à sua mercê. “Gosto tanto de te foder e agora vou-me vir” No minuto a seguir, sinto o seu liquido quente bem no fundo de mim e vêm-me as lágrimas aos olhos, lágrimas de felicidade pelo prazer que lhe consegui dar e pelo enorme prazer que ele me deu.
Com jeito, retira os dedos do meu rabo. Arde como o diabo, mas eu não me importo. Depois vira-me suavemente e beija-me terna e longamente. Primeiro a testa, depois os olhos, o nariz, até chegar á minha boca que o espera. Estou feliz, quentinha, satisfeita. Será isto o paraíso?
Acabamos por adormecer assim colados. As nossas respirações encontram-se e o cheiro a sexo predomina no quarto. Gosto de adormecer a ouvi-lo respirar. Nos lábios tem um sorriso meio evil, meio doce. É por causa destes e de outros pequenos pormenores que eu tanto gosto deste homem.
No dia seguinte tenho que vestir uma camisola de gola alta. O pescoço está todo tingido de cor-de-rosa. É o que dá comprar coleiras de cores exóticas!!!




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