terça-feira, 17 de setembro de 2013

Pervert vanillas





Lol
Aqui há uns tempos conheci um casal de swingers. Super boa onda e claro, malucos por sexo. Conversámos  durante um tempo e lá me convenceram a sair com eles para um clube. Já tinha ido um um club de swing mas não me encantou. Por isso quando me deixei convencer por este casal, fui naquela de “vamos lá ver no que isto dá!!”
6ªfeira à noite. Óptima altura para visitar o club. Lá fui eu com o casal amigo. Por via das duvidas levei o meu flogger J é que nunca se sabe se aparece um rabo disposto a deixar-me espanca-lo!!!!

Assim, entrámos no clube de swing, cheio, eu de flogger ao ombro, armada na Domme que não sou nem quero ser! Alguns olhares caíram sobre mim e sobre o flogger. Houve até um casal que me veio perguntar para que servia! Ahahahah.

Primeiro que tudo tenho que dizer que a opinião que eu tinha deste tipo de ambientes, mudou naquela noite. Olhei á minha volta e vi vários casais, de diversas idades e estilos. Mas aquilo que eu pensava que ia encontrar, e não me agradava nada, não foi o que aconteceu. Pois, isto de ter ideias pré-concebidas acerca do que não se conhece, é mau

Enfim. Continuando

O club fazia anos e a festa estava mesmo animada. Havia mesas espalhadas pelo jardim com comida e bebidas e musica a abrir. O club tem boas instalações. É numa moradia. Tem jardim e piscina. Parece uma casa normal!!  A certa altura aparece um casal a fazer um strip bastante elaborado e os presentes pararam o que estavam a fazer no momento e reuniram-se à volta deles. A certa altura, vão buscar uma moça à audiência e sentam-na numa cadeira. Dançaram e acabaram o strip sempre de volta dela.  A moça estava em brasa por toda a atenção recebida e encantada com tanto mimo. Claro que toda aquela “mise en scéne” serve para animar as hostes. Quem estivesse um pouco chocho, garantidamente ficava em alta. O espectáculo foi muito giro.

Eu observava tudo com redobrada atenção . 1º era nova ali, 2º era nova ali ! Mas estava a agradar-me todo aquele ambiente. As pessoas beijavam-se, trocavam carinhos, vi olhares cúmplices e cheios de desejo. De vez em quando, lá iam para dentro de casa de mão dada, aos pares, trios, etc. Uma onda muito muito liberal mas em que senti que havia respeito. Houve pessoas que me abordaram mas sempre com delicadeza e educação. Todo aquele ambiente estava a afectar-me de uma forma interessante. Achei que ia ficar nas encolhas, mas não. Senti-me à vontade mas não tinha a certeza se me apetecia fazer fosse o que fosse com alguém… Tinham-me dito que nada era obrigatório.

A moça com quem os strippers tinham “brincado” já há algum tempo que me estava a “marcar” , lá ganhou coragem e veio apresentar-se. As mulheres são mais assertivas e esta não perdeu tempo a dizer que tinha gostado de mim. Convidou-me para irmos para dentro de casa, mas para a sala beber qq coisa. Aceitei de bom grado. Ela também me agradou, principalmente pela forma clean como me abordou.
A sala “comum” estava bem animada quando lá entramos. Havia casais aos beijos espalhados pelos vários sofás e junto ao bar estavam várias pessoas em anema cavaqueira. Parecia uma festa normal em casa de amigos se não fosse o pormenor de estar toda a gente um bocado despida de roupa e de preconceitos
A minha nova amiga estava numa animação!!!  Parecia uma criança numa loja de brinquedos e segurava-me a mão de uma forma que parecia estar com medo que eu fugisse J Eu não pretendia fugir, claro. Eu estava absolutamente fascinada com aquele mundo que se abria à minha frente, mas isso era algo que ela não sabia
A Paula (vou chamar-lhe assim) apresentou-me a uns amigos e logo de seguida perguntou-me se tinha ficado interessado em algum porque, de acordo com ela, eles estavam interessadíssimos em mim. Nem o flogger impos respeito… lol. Lá lhe disse com muito jeitinho que não estava interessada neles mas sim nela. Surpresa! Ela pensou um momento e respondeu-me que tb gostaria de estar comigo da forma que eu quisesse. Pronto, pensei eu, já tás tramada!!!

Agora era a minha vez! Levei a Paula até um dos sofás da sala. Sentei-a e fui buscar 2 bebidas para nós. Lá lhe expliquei para que servia o flogger e que não era para ela ter medo.  O flogger era um potenciador de prazer e quem não quer ter mais prazer?  Com alguma facilidade lá a convenci a deitar-se sobre o braço do sofá e a levantar a saia até às costas
Levantei-me calmamente e pus-me atras dela. Queria apreciar o momento. O meu momento e quem sabe o dela. Inclinei-me sobre as costas meias nuas da Paula e acariciei-a nas nádegas, costas acima e costas abaixo. Ela reagiu muito bem e já me queria por as mãos em cima. Com firmeza, mandei-a estar quieta. Ela estava inquieta e um pouco nervosa (garantidamente não estava mais do que eu, mas eu tentei disfarçar ). Beijei-a com ternura e lá se acalmou. Sempre com a minha mão em cima das costas da Paula, para não se mexer, cheguei-me mais atrás e apreciei o seu rabo. Muito diferente dos rabos masculinos. Lol Graças a Deus pelas mulheres e suas curvas!! Ali estava um rabo todo redondinho, pele macia e pronto para levar! Tirei o flogger do ombro e comecei por lhe passar as tiras de cabedal pelo rabo e coxas, em movimentos suaves. Ela deve ter achado que era sempre assim porque quando puxei o flogger atrás e lhe acertei com ele numa das nádegas, soltou um grito, mais de surpresa do que de dor, certamente. Voltei a pô-la na posição inicial e disse-lhe para ficar quieta ou então parava tudo. Ela desejava-me por isso fez o que eu lhe disse. Tomei coragem e comecei a açoitar a minha nova amiga. O flogger estalava quando encontrava as nádegas da Paula. Concentrei-me no que estava a fazer. Estava a adorar cada momento. Tê-la ali á minha mercê era algo fantástico. 8 flogadas seguidas de umas palavras carinhosas e de umas festinhas. Mais 8 flogadas e de seguida mais festinhas no rabo, agora mais quente tb. “Agora conta-as” – disse-lhe. Ela não questionou a minha ordem e contou até 10. Parei, pousei o meu brinquedo nas costas dobradas da minha amiga. Apetecia-me brincar mais mas não a queria magoar. “És mesmo tarada, disse-lhe baixinho, estás a levar e a gostar. Deixa lá ver como está essa cona” Deslizei a minha mão para entre as pernas da Paula. As cuecas fio dental estavam uma sopa. Ela estava toda molhada!!! Esfreguei-lhe os dedos na cona húmida e arranquei-lhe uns gemidos de prazer. Fez menção de se levantar, provavelmente para vir agarrar-se a mim. Mas eu continuei a fazer-lhe pressão nas costas e não lhe permiti levantar-se.

Mais uns açoites, a moça estremecia. Uns açoites softs, outros mais duros. Depois umas palavras carinhosas (ou não) ao ouvido, umas festinhas nas nádegas agora bem coradinhas e um  passar de dedos pela cona completamente encharcada e voltávamos aos açoites.
Não sei quanto tempo estivemos nisto. Sei que o chão estava a ficar perigosamente molhado de tanto que a Paula se vinha. Eu estava ao rubro. Nem queria acreditar no que estava a fazer acontecer. Nem queria acreditar que estava a dar tanto prazer a uma mulher e estava a receber tanto de volta. Estava feliz J O meu flogger agitava-se no ar e acertava exactamente onde eu queria! A Paula gritava que não aguentava mais, mas não era de dor , era de prazer! As pernas começavam a falhar-lhe e eu achei que talvez estivesse na hora de lhe dar descanso .
Parei. Pousei o flogger junto da cara da Paula que continuava achatada no sofá. Disse-lhe que ela se tinha portado muito bem, que me tinha dado muito prazer. Ela agradeceu-me o que eu lhe tinha feito tão naturalmente que fiquei admirada. Beijou-me levemente os lábios e depois enrolou-se  aos meus pés e apertou-me as pernas junto ao seu peito.

Que sensação!! Poder, prazer, tesão, sei lá!!! Quase agradeci também à Paula pela experiencia que ela me tinha proporcionado. Eu estava no topo do mundo! Uau!!!

De repente olhei á minha volta e tinha umas 20 pessoas em pé atrás de mim a apreciar o espectáculo. Tinha-me esquecido completamente que estávamos numa sala com mais gente. Aliás tinha-me esquecido de tudo. Só estava concentrada no que tinha estado a fazer.
As pessoas olhavam para nós com um sorriso. Houve até uns que bateram palmas!  Do meio dos convivas saiu um rapaz que me perguntou se eu podia considerar fazer-lhe o mesmo a ele!!Mandei-o buscar de beber para nós! Quando regressou lá lhe expliquei que as coisas não eram mecânicas. O que eu fazia era por gosto, por vontade. Se ele queria, talvez um dia tivesse sorte. Mas até lá teria que pedir e ser merecedor do meu flogger!! Lol Aliás já tinha começado o treino quando o mandei buscar bebidas para nós e ele foi!

A Paula estava pronta para ir dormir!!  Estava relaxada, com um sorriso enorme na cara e não me largava ! Disse-me que nunca ninguém a tinha feito sentir assim. Que gostaria imenso de foder comigo mas que naquele momento estava demasiado cansada e não percebia porquê! Eu até sentia o sangue a latejar no pescoço. A adrenalina estava lá no alto. Estava orgulhosa, claro. O prazer físico e mental que retirei da nossa brincadeira até a mim me surpreendeu
A dona do clube veio ter connosco e levou a Paula para um local mais recatado. Acho que ela adormeceu imediatamente.

O casal meu amigo estava encantado com a “fresh meat” que tinham levado á festa. Estivemos a falar um pouco do que se tinha passado.  A certa altura quiseram ir para os privados e queriam muito que fosse com eles. Ela disse-me logo que era sem flogger (ahahahah) . Eu não estava para ali virada. Já tinha tido a minha dose. Agora apetecia-me era sair dali, apanhar ar, apanhar uma bebedeira, qq coisa.

Desculpei-me que estava cansada. Fui deixar um bilhete à minha amiga que dormia tranquilamente e vim-me embora

O meu carrinho lá estava, como sempre, à minha espera! Sentei-me ao volante e liguei o carro. Tive que esperar um momento até conseguir arrancar! Estava tão nervosa, mas tão high! Não podia ir para casa!

Não fui para casa
Fui dançar para um sitio onde costumo ir e onde me sinto segura.



La vie est belle 

6 comentários:

  1. Bela prosa...belo momento...quase invejável!

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  2. O poder que o flogger tem e como eu entendo a Paula...
    Bela experiência, Vadia, até se fica com vontade de conhecer...

    Beijo Doce

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  3. Os conhecidos, os amigos, e até mesmo os amores e desamores, vão e vem ao longo da vida, mas as experiências ficam gravadas na nossa memória para sempre. São precisamente essas vivências que fazem de nós aquilo que somos!

    Parabéns pela descrição assertiva!

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  4. Minha cara, como é bom viver e ter experiências novas, n'est-ce pas? beijo

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  5. Texto intenso e cheio de tesão (ou então sou eu! lol).
    Sortuda, a Paula! E o chão estava a ficar perigosamente molhado da Paula tanto se vir? Mmmm... so horny!!! :))

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  6. ...curiosamente penso que parei no tempo ao ler-te, e abstrai-me tanto que as tuas palavras transportaram-me para esse local...you realy know how to do it :)

    Cheers

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